terça-feira, 1 de março de 2011

AWAKE # da rua para o atelier, do atelier para a rua - Performance & vídeo instalação:



AWAKE
 # Da rua para o atelier / do atelier para a rua.
  BY: NO-ON PROJECT

Apresentação:
NO-ON Project é a designação precisa para o projecto artístico comum, desenvolvido por Paulo Moreira e Ruben Amorim, nas áreas da performance, do vídeo (e como consequência a fotografia); o video jamming (manipulação de vídeo em tempo real) e da musica.
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AWAKE
# Da Rua para o Atelier, do Atelier para a Rua – Performance & vídeo instalação:

O atelier enquanto lugar onde o artista desenvolve o seu trabalho, abre-se ao domínio publico revelando pistas sobre o seu universo criativo.
As relações que se possam estabelecer entre o atelier do artista e as manifestações do espectro visual urbano contemporâneo, foram o ponto de partida na realização da obra que agora se apresenta. Criar um campo alargado de discussão sobre os conceitos de atelier que nos remeta muito para lá dos domínios do público ou do privado será um dos principais objectivos.
A abordagem eclética dos meios e dos suportes, cruza a performance com a vídeo projecção manipulada em tempo real, com o Desenho, aqui assumido como objecto residual, fruto da relação do pintor com as imagens projectadas, e das ambiências sonoras, também elas misturadas em tempo real.

























                           http://www.facebook.com/paulomoreirapintor

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

SEM FILTRO # JAÉN



CONFIGURACIÓN y DISCURSIVIDAD en ARTE ACTUAL - del 24 Noviembre de 2010 al 9 Enero 2011 - SALA de EXPOSICIONES CENTRO, calle Federico de Mendizabal nº 2 , 2ª planta - Jaén (Andaluzia)



SEM FILTRO # JAEN - 2010
By Paulo Moreira

A indiferença asséptica de alguns mortais, não encontrará provavelmente uma visão apaziguadora do real nas obras de Paulo Moreira (1968), desprendidas de qualquer ideia de conformismo ou resignação. A primeira tentativa para escrever sobre a obra deste criador é colocar a mesma ao nível do autor, isto é, referir as inquietações que o motivam. O exercício de viver. Habitar no limiar da indisciplina – tal como as imagens, poderosas determinadas por um uso da vida mediado por uma lógica do corpo, dos seus vícios. Na possibilidade de múltiplos pensamentos povoarem o mesmo espaço de, coexistirem na mesma imagem, “existe uma zona – parafraseando Jean Cocteau – onde se vive a ilusão, onde se confunde o real com o que se pretendia o fosse; onde o real é a memória recorrente, esse tempo de eterno retorno a que se referia Octavio Paz.”1.
A bem que possamos voltar atrás no tempo; a uma altura pioneira no desenvolvimento das novas expressões artísticas que agora designam o panorama visual contemporâneo, das experiências poéticas de Tristan Tzara ou André Breton, seguindo até William S. Burrougs e Brion Gysin ou a tradição artística Americana legada após a década de 1980 até aos nossos dias; na tentativa de compreendermos o léxico de referenciais cruzados, aplicados frequentemente de forma eclética - denunciada pela diversidade de meios e suportes que o autor utiliza; repare-se que é contudo, o Desenho, enquanto disciplina de conceito alargado e transversal, o modo preferencial de abordagem na construção do ideário estético do artista. 
 A relação viva com a vida, o quotidiano básico, encontra campo fértil às formulações do pintor, espaço onde a palavra escrita prescreve parte do vocabulário visual, em exercícios linguísticos que de certa forma vêm reforçar estádios de agitação emocional no espectador. Sublinhe-se também, a estreita ligação do pintor à música, à literatura/poesia e às artes performativas, factor marcadamente vincado na sua obra através das performances que o próprio realiza quer sob o pseudónimo de Boris Fortuna, quer em conjunto com “O Sindicato do Credo” – colectivo de performances poéticas que o mesmo fundou.

                                                            Antónia Wollghemutt, Porto Outubro 2010


1 - In: “Fora de Serviço (o verbo enrolado) ” – Maria de Fátima Lambert, Catálogo da exposição “Fora de Serviço (O Verbo Enrolado) ” de Paulo Moreira – Galeria Serpente, Porto 2010.
















 








quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ENTRE MUROS - DIÁLOGOS ENCERRADOS

ENTRE MUROS - DIÁLOGOS ENCERRADOS


Intervenção plástica em parceria com JOANA NEVES no Museu Municipal de Espinho - F.A. C.E. - Fórum de Arte e Cultura de Espinho de 12 Junho a 29 Agosto de 2010.




- SOBRE "ENTRE MUROS - DIÁLOGOS ENCERRADOS":

"Designar por “projecto-comum” o trabalho de Joana Neves e Paulo Moreira será a forma única de entendimento da obras que aqui apresentam. Na origem, o diálogo, facto que poderá confundir-se com dois monólogos; justificáveis só pela descoberta da partilha de ideias e pensamentos comuns, causadores ou impulsionadores de inquietudes.
O “diálogo” como ponto de partida e de chegada; o confronto e as divergências expressivas na procura de confluências estéticas constituiram-se como pensamento primeiro, na urdidura do enredo. Como resultado, a articulação de várias obras, realizadas em diferentes tempos e territórios, pedaços para um todo pensado sob o aspecto de objecto uno. Uma forma de criar ligações, novos pressupostos, novas significações.
“Entre-Muros – Diálogos Encerrados” – Sobre o projecto, inscrever as obras aqui apresentadas como impossibilidades comunicantes das normas instituídas à formatação do quotidiano, tudo se passa entre-muros, sejam os do museu, sejam os do indivíduo ou os da norma estabelecida.
“Entre-Muros – Diálogos Encerrados” é um apelo à reflexão sobre as barreiras que são impostas ou a que nos auto-impomos. Um convite à libertação do indivíduo e à afirmação deste; do que resulta das vivências e não dos muros em que tantas vezes nos encerramos".

Antónia Wollghemutt
 
 


Joana Neves - Instalação (detalhe)



PAULO MOREIRA:

"Punk`s Not Dead" 2010 - Acrílico sobre tela


"La rivoluzione Siamo Noi" - 2010 - Acrílico sobre mdf - 160 cm. diâmetro



"Gestape" - 2010 - Acrílico sobre madeira 135 X 97 cm


 "Peacefull Poetry" - 2009 - Acrílico com colagens sobre ampliação fotográfica em tela 360 X 280 cm 
(foto de Alexandre Nobre)


"Cuba Libre" - 2009 - Acrílico sobre tela - 150 X 400 cm


"Anti No Act - Wher`s th Prty Babe?" - 2009 - Acrílico sobre tela - 150 X 400 cm


"Own Your Time/ Things Change" - 2010 - cerâmica sobre madeira.


Nota do Bloger: apesar de se tratar de uma amostra conjunta, tal como o texto acima publicado refere, decidi publicar com maior destaque a obra de Paulo Moreira uma vez que é sobre o seu trabalho que este sítio se propõe apresentar.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

SINDICATO do CREDO - RESGATAR a POESIA

 
ALBA, SÓ - Contributos para uma celebração - Sebastião ALBA visitado - ao celebrar-se o décimo aniversário sobre o desaparecimento do Poeta de Braga, o colectivo de performances de poesia apresenta o espectáculo ALBA, SÓ - contributos para uma celebração. O repto foi lançado em Março de 2010 com a apresentação de quatro performances na Galeria e Livraria LABIRINTHO, Porto. O sucesso das primeiras apresentações atirou este colectivo para novos espaços, como galerias de arte, teatros e festivais internacionais de musica, a exemplo do festival de Paredes de Coura.

Diseurs: - Paulo Moreira
        - Pedro Piaf 
Trilha Sonora: - Pedro Piaf
Máquinas & mesa de misturas: - Dj. Nel Colaça
Contrabaixo: - Sérgio Costa
Pesquisa & programação: - Sérgio Almeida
Video projecção: - Vj. Broken TV.
Video Realização & Pesquisa Imagem: Paulo Moreira
Fundação: - Paulo Moreira & Sérgio Almeida



Imagens do SINDICATO do CREDO em Paredes de Coura 
dia 29 Julho 2010 - palco JAZZ na Relva Paredes de Coura Festival